Ela ganhou a fama de ser o alimento número 1 quando o assunto é
dieta. Saborosa, refrescante, hipocalórica, que ajuda a combater aquela
vontade aguda por doces e guloseimas e ainda, de baixo custo e fácil
preparação. Sim, a gelatina é tudo isso. Mas se engana quem pensa que
ela deve estar inserida apenas no cardápio das pessoas preocupadas com
os ponteiros da balança. Na verdade, os benefícios dessa delícia são bem
maiores do que possam imaginar. Duvidam? Pois então vamos desmistificar
o que há por trás daquele simples pozinho.
A gelatina é composta
praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na
renovação do colágeno. Dos indispensáveis para o organismo, dez precisam
ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não
consegue sintetizá-los. Para ter uma ideia da importância da gelatina,
ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da
serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz.
Se consumida
regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no
sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína,
ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a
osteoporose. Ela promove também uma maior resistência física aos
desportistas. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando
cabelo, unhas e pele mais bonitos. Ainda não está convencido do poder da
gelatina? Então dá uma olhadinha nos detalhes abaixo.
Por que ela faz bem?
Por ser principal fonte de colágeno substância que tem como função
impedir a deformação dos tecidos que fazem parte da estrutura de ossos,
pele, cartilagens e tendões , a gelatina tem um papel importante na
prevenção e no tratamento de doenças, como artrose e osteoporose. Também
é bastante utilizada na recuperação de pessoas submetidas a
procedimentos cirúrgicos, pois é um excelente agente cicatrizante. O
ideal é ingerir dois potes por dia ou bater no liquidificador uma colher
de sopa de gelatina em pó com um pote de iogurte. Pronto, sua
manutenção de colágeno está garantida!
Composição:
A
matéria-prima da gelatina é o colágeno, geralmente extraído da pele,
tendões, ossos e cartilagens dos mamíferos. Embora os seres humanos
sejam mamíferos, não se obtêm colágenos deles. Ideal nas dietas: Um dos
benefícios dessa delícia é que ela é isenta de gordura. Das variadas
marcas disponíveis no mercado, cada 100g fornecem 380 kcal, estas vindas
praticamente dos carboidratos. A mesma quantidade, mas na versão diet ,
além de ser isenta de carboidratos, fornece aproximadamente 7 kcal,
obtidas exclusivamente das proteínas. A diet é isenta de carboidratos.
Por isso, se você está de regime opte sempre pela versão sem açúcar. No
entanto, é interessante variar os sabores para não enjoar. Outra
vantagem dessa delícia é que ela retarda o esvaziamento do estômago,
deixando a pessoa saciada e hidratada por mais tempo. E ainda: dificulta
a absorção dos carboidratos e das gorduras pelo estômago e pelos
intestinos.
Pele mais firme
Você já deve ter ouvido falar
que, quando envelhecemos ou emagrecemos, nossa pele vai perdendo
elasticidade e firmeza. Isso acontece por conta do enfraquecimento
gradativo do colágeno, que exerce essa função estrutural de sustentação e
preenchimento da pele. Com uma dieta rica em proteínas (lembre-se,
gelatina é proteínas), atividade física e pouca exposição solar é
possível melhorar a saúde, como fortalecer unhas, ter um cabelo
brilhante e a pele mais saudável. No entanto, é importante salientar:
não existem milagres na área da saúde! Ou seja, não basta consumir
grande quantidade de gelatina diariamente sem mudar o estilo de vida
precário. Portanto, não esperem pelo milagre da gelatina que não vai
funcionar.
Na mesa
Por apresentar facilidade em ser
convertida para a forma sólida e líquida por meio do aquecimento, ela
torna-se um produto ideal para fazer ou acompanhar sobremesas como
gomas, caramelos, iogurtes, mousses, tortas, bolos e sorvetes. Além de
ganhar na praticidade em prepará-la, a gelatina pode dar um charme todo
especial ao doce por ser colorida e se adaptar facilmente a qualquer
formato. Isso, claro, sem contar de todos os benefícios à sua saúde já
citados anteriormente.
" E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede". jo 6.35
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quinta-feira, 5 de novembro de 2015
sábado, 13 de setembro de 2014
Tipos de óleo: qual a melhor opção?
por que seria a melhor escolha.
Como regra geral, o melhor nutriente é sempre o que vem da fonte mais natural possível. No caso dos óleos, temos várias opções: Canola, Soja, Coco, Milho, Girassol, Azeite, etc. Mas, dependendo do que você vá preparar na cozinha, é bom ter em mente como cada um desses óleos podem beneficiar o sabor e a qualidade do seu prato.
Óleo de Canola:
Tem a mesma gordura existente no azeite, 58% de gordura monoinsaturada, e seu preço é mais acessível. Por ser estável, a gordura monoinsaturada pode ser aquecida em uma temperatura de até 180ºC, podendo ser utilizado na maioria das preparações.
Azeite:
Por ser muito saboroso, é ideal para refogar, assar, cozinhar e utilizar em preparações frias. Não é recomendado para frituras, pois suas propriedades benéficas são modificadas com altíssimas temperaturas.
Óleo de Coco:
É rapidamente absorvido e metabolizado, motivo pelo qual essa gordura nunca é estocada. Muito utilizada nas diversas dietas. Pode ser usado em tudo na cozinha, tendo uma ressalva de que leva o sabor da fruta... caso não goste do coco, provavelmente não gostará do óleo.
Óleo de Girassol:
Bom para frituras de carnes e peixes, mas pode se sobressair em molhos e temperos. Suas características originais do alimento, sem alteração de cor, sabor e cheiro. Podendo ser aquecido até 200ºC, é um pouco mais resistente que os demais.
Óleo de Milho:
Ideal para receitas de bolos e doces, sendo usado na mistura de ingredientes na massa. Não é indicado seu consumo frio e também não suporta temperaturas muito altas.
Óleo de Soja:
Melhor opção para frituras, pois não perde suas propriedades. É o óleo mais em conta no mercado, porém não é dos mais saborosos. Pode-se aquecer até 180ºC.
Óleo de Linhaça:
O ideal é ser consumido em comidas frias. Funciona muito bem em molhos para salada, misturado com iogurte e no tempero de cottage e ricota.
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